segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Video - Nacional vs Benfica


Prestação de Witsel no campo do Nacional


Witsel: o pêndulo (4 pontos)
Este belga não sabe jogar mal. Rigor táctico, e muita com capacidade para empurrar a sua equipa em termos ofensivos. Encheu o campo com a sua classe e disciplina táctica.
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Fotos: Nacional - Benfica (30/08/2011)



Benfica vence Nacional por 0-2


O Benfica venceu esta segunda-feira o Nacional, por 2-0, com golos de Óscar Cardozo e Bruno César. Águias assumem à condição a liderança da Liga. 

Foi a terceira vitória consecutiva dos encarnados – segundo jogo da época sem sofrer golos -, com Takuara a marcar igualmente pela terceira partida consecutiva, desta vez com um cabeceamento a dar o melhor seguimento a uma assistência com conta, peso e medida de Gaitán.

Jorge Jesus alertara que a deslocação à Choupana encerraria muitas dificuldades, e não se equivocou o treinador dos encarnados. O Nacional vendeu cara a derrota e obrigou o Benfica a colocar de parte o virtuosismo, e a vestir o fato-macaco para contabilizar os três pontos.

Artur foi obrigado a aplicar-se nos minutos iniciais, impedindo que Mateus desse vantagem aos donos da casa num remate rasteiro. O golo de Cardozo surgiria entre as duas interrupções de jogo motivadas pelo nevoeiro, pertencendo ainda ao paraguaio novo lance de perigo antes do intervalo.

Obrigado a correr atrás do prejuízo, entrou com tudo o Nacional na segunda parte. Danielson deu o aviso com um remate forte, aos 57 minutos, que Artur defendeu por instinto.

Expulsão de João Aurélio, no minuto 62, foi rude golpe nas aspirações dos alvi-negros, que viram o Benfica tomar conta do jogo. Dispuseram as águias de várias ocasiões para matar o encontro, esbarrando porém na boa exibição de Elisson na baliza do Nacional.  

Porém, o guardião brasileiro nada pôde fazer para suster o remate de Bruno César, já no período de compensação, que culminou cavalgada do brasileiro iniciada no meio-campo defensivo dos encarnados.

Equipas:

NACIONAL:
Elisson, João Aurélio, Danielson, Felipe Lopes, Nuno Pinto, Luís Alberto, Rene Mihelic (Ivan Todorovic, 70'), Skolnik, Candeias, Mário Rondon (Diego Barcellos, 70') e Mateus (Edgar Costa, 63').
Suplentes: Marcelo Valverde, Ivan Todorovic, Diego Barcellos, Edgar Costa, Oliver, Luís Neto e Elizeu).

BENFICA:
Artur Moraes, Maxi Pereira, Luisão, Jardel, Emerson, Javi Garcia, Witsel, Pablo Aimar (Enzo Perez, 78'), Nico Gaitan (Ruben Amorim, 89'), Nolito (Bruno César, 46') e Óscar Cardozo.
Suplentes:Varela, Ruben Amorim, Bruno César, Rodrigo, Miguel Vítor, Saviola e Enzo Perez.

Marcadores:
0-1, Óscar Cardozo, 22'
0-2, Bruno César, 90'+5

Acção disciplinar: 
Cartão amarelo para Óscar Cardozo (40'), João Aurélio (48' e 61'), Danielson (52'), Emerson (53'), Javi Garcia (59'), Felipe Lopes (66') e Edgar Costa (77'). 
Cartão vermelho por acumulação para João Aurélio (61')

Assistência: 
Cerca de 3.500 espectadores


Fonte: A Bola

Regresso à ilha do pesadelo

A 21 de Agosto de 2010 as águias foram derrotadas na Choupana com dois «frangos» de Roberto. Na altura foi o terceiro desaire em outros tantos jogos. Oito repetentes nos convocados.

No título da crónica de A BOLA sobre o Nacional-Benfica, edição de 22 de Agosto de 2010, podia ler-se: «Com um guarda-redes assim não há equipa que resista». Na véspera, no Estádio da Madeira, as águias caíram por 1-2 perante o Nacional de Pedrag Jokanovic, com o guarda-redes Roberto como grande figura do jogo, pela negativa.

O Benfica vinha de duas derrotas nos dois primeiros jogos oficiais da temporada, primeiro com o FC Porto (0-2), para a Supertaça Cândido de Oliveira, em Aveiro, depois com a Académica (1-2), no Estádio da Luz, na primeira jornada da Liga 2010/11. Quando se pensava que, para os encarnados, o pior poderia já ter passado, seguiu-se novo desaire, o terceiro seguido, com contornos que deixaram os benfiquistas à beira de um ataque de nervos.





Fonte: A Bola

domingo, 28 de agosto de 2011

250 golos na era de Jesus atingidos com golos de Witsel


Foi pelo pé direito de Witsel que as águias chegaram a um número bem robusto sob as ordens do técnico português. Óscar Cardozo responsável por 25 por cento dos remates certeiros. 

Foi com assistência de Cardozo e finalização de Witsel que o Benfica de Jorge Jesus chegou ao 3-0, frente ao Twente, na quarta-feira, alcançado assim, também, a meta de 250 golos marcados em todas as competições oficiais, sob o comando de Jorge Jesus.

A história começou a escrever-se pela cabeça de Weldon, a 16 de Agosto de 2009, quando as águias empataram com o Marítimo (1-1), no Estádio da Luz, na primeira jornada da Liga 2009/10. O golo 50 pertenceu ao incontornável Óscar Cardozo, grande referência de ataque da equipa e responsável por 63 dos 250 golos, ou seja, 25 por cento. Foi em Liverpool, no terreno do Everton, a 5 de Novembro de 2009, para a Liga Europa, que o Takuara fixou a vitória encarnada (2-0).


Fonte: A Bola

Witsel convocado para o Nacional- Benfica (28/08/2011)


Lista de convocados:

Guarda-redes - Artur e Bruno Varela.
Defesas - Maxi Pereira, Luisão, Emerson, Ruben Amorim, Jardel e Miguel Vítor.
Médios - Matic, Bruno César, Javi Garcia, Witsel, Gaitan, Enzo Pérez e Aimar.
Avançados - Nolito, Rodrigo, Cardozo e Saviola

sábado, 27 de agosto de 2011

Amigo do Twente deu-lhe os parabéns

O melhor amigo de Witsel, Nacer Chadli, actua no Twente. Por lesão, não pôde defrontar o Benfica, tendo ficado na Holanda. Porém, viu o jogo "atentamente" e já fez questão de contactar o amigo. "Enviei-lhe uma mensagem a dar-lhe os parabéns pela exibição e pela qualificação. Dominaram-nos completamente", revelou a O JOGO.




Fonte: O Jogo

Festejos de golos já são um clássico

A forma como Witsel festejou os golos surpreendeu muitas pessoas. A atitude do camisola 28 após cada um dos golos, juntando as mãos em forma de uma ave e "dando-lhe asas", fez até equacionar uma celebração dedicada ao Benfica, em homenagem à águia, símbolo do clube da Luz. Porém, este festejo é já um clássico do internacional belga, que assim comemorava também cada golo marcado ao serviço do Standard e ainda pela sua selecção. Uma das inspirações do festejo está precisamente nas origens de Witsel. O pai do atleta é da Martinica, ilha que tem o colibri como um dos seus símbolos. Ora, o médio é bastante apegado às raízes familiares e por isso simula, após cada golo, o voo daquela ave.




Fonte: O Jogo

Meio-Campo tem a cara de Witsel


Axel Witsel é a nova jóia da coroa do Benfica. O internacional belga conduziu as águias até à fase de grupos da Liga dos Campeões e demonstrou definitivamente que Jorge Jesus tem entre mãos uma opção incontornável para o sector intermediário. Aliás, a presença de Witsel no onze encarnado obriga mesmo a uma série de transformações, com o meio-campo do conjunto orientado por Jesus a desenhar-se já - a partida com o Twente foi exemplo disso mesmo - à imagem do futebolista ex-Standard de Liège. Jogador completo, Witsel revela um posicionamento exímio no relvado, desempenhando com elevada eficácia as tarefas ordenadas pelo treinador encarnado tanto a nível defensivo como ofensivo, beneficiando a equipa dos seus processos simples e futebol a um/dois toques.

Com a contratação de Witsel, o 4x1x3x2 utilizado por Jorge Jesus nas duas primeiras épocas no comando do clube da Luz parece assim condenado à extinção, uma vez que o jogador belga é considerado pelo técnico uma das peças fundamentais na estratégia da equipa. Aliás, Jesus não lhe tem poupado elogios, soltando-os praticamente a cada partida, nomeadamente após a segunda mão com o Trabzonspor e com o Twente. Na última quarta-feira referiu que o camisola 28 "é um jogador com características especiais" e que está ainda "a crescer e a conhecer a obrigação táctica" que deve ter na Luz, e já na Turquia tinha frisado: "Foi um jogador inteiro. É jovem, mas culto tacticamente. Ele e Aimar são compatíveis." Esta é precisamente uma das premissas de Jesus para a nova época. A ideia do técnico encarnado é colocar Witsel no apoio a Javi García, funcionando quase num duplo pivô defensivo e permitindo maior preponderância a Aimar no ataque.

A presença de Witsel altera alguns fundamentos das águias - antes do jogo com o Feirense, Jesus disse que o plantel deste ano foi escolhido não só pela questão técnica, mas também pela capacidade física - e permite a El Mago uma maior liberdade de movimentos. Além de ter uma menor preocupação na missão defensiva, pois Javi García ganha agora um novo apoio para o trabalho de sapa, o camisola 10 percorre um maior espaço na frente de ataque, respondendo para já a alto nível, como se verificou com o Twente.

A ganhar cada vez mais o seu espaço na Luz, Witsel parece ter finalmente apresentado argumentos que levem a que Jesus termine com a sua rotação entre o onze inicial e o banco de suplentes. O camisola 28 tinha sido titular apenas em três das seis partidas oficiais já disputadas pelas águias, precisamente nas eliminatórias de acesso à Champions (primeiro com o Trabzonspor, na Turquia, e depois no duplo confronto com o Twente). A partir de agora, já não falta quem diga que o onze encarnado será formado por Witsel... e mais dez. Na próxima segunda-feira, na deslocação ao terreno do Nacional, Witsel deve ter assegurada pela primeira vez a titularidade na Liga, tentando repetir as exibições que tem feito na Europa.


Fonte: O Jogo

Camisolas que Pablo Aimar, Witsel e Nolito foram as mais caras no leilão


(…)

As camisolas que Pablo Aimar, Witsel e Nolito envergaram na Benfica Cup foram as que mais dinheiro renderam no leilão efectuado pela Fundação do clube.


Fonte: CM

Benfica regressa ao trabalho


Depois da vitória no «play off» da Liga dos Campeões, o Benfica regressou a trabalho, esta sexta-feira, numa sessão em que os internacionais sub-20 Michael, Roderick e Luís Martins estiveram às ordens de Jorge Jesus. 

O mesmo não aconteceu com Garay, Nélson Oliveira, Matic, Fábio Faria e Jara.

O Benfica vai prosseguir na sexta-feira a preparação para a partida, de segunda-feira, no terreno do Nacional.


Fonte: A Bola

Witsel é o novo menino de ouro da Luz


O ouro está em alta e em alta ficou a cotação de Axel Witsel, não só porque se estreou a marcar com um bis, mas porque os dois golos foram fundamentais para o clube arrecadar 7,2 milhões com a entrada directa na fase de grupos da Liga dos Campeões.

Numa lógica mais simplista, pode dizer-se que o internacional belga (20 jogos, cinco golos) ajudou a pagar-se a ele próprio e ainda deu troco - recorde-se que o passe de Witsel foi adquirido ao Standard Liège por 6,5 milhões de euros. Uma exibição que valeu ouro, ou não fosse a Liga dos Campeões a maior fonte de receita dos encarnados a seguir à venda dos passes dos jogadores.

O camisola 28 entrou de mansinho na equipa mas rapidamente se impôs e começa a ser difícil tirá-lo. Pelo que joga e porque está a fazer regressar à Luz um tipo de jogador que andou desaparecido: o número 8 à antiga.

«Faz-me lembrar o Jaime Graça», diz a BOLA António Simões, campeão europeu pelo Benfica e terceiro classificado no Mundial-66. «Naquele tempo, Jaime Graça era o tipo de jogador que hoje se diz que é moderno: um médio que atacava e defendia. Nos últimos 20 anos isso foi desaparecendo, pois as equipas foram apostando em dois números seis, ou um seis e um seis e meio, quando queriam preencher o meio-campo, numa atitude mais conservadora», defende Simões, regozijando-se pela contratação de Witsel: «Revela enorme inteligência e capacidade técnica e física para fazer o que hoje se pede a todos os jogadores: ocupar várias posições e colocar dinâmica no jogo.»


Fonte: A Bola

"Witsel ficará pouco tempo em Portugal"


Laszlo Bölöni, último treinador campeão nacional pelo Sporting, foi um dos técnicos que trabalharam com Axel Witsel, o novo menino bonito da Luz. Em conversa com o DN elogia a aquisição encarnada para esta temporada, mas também confessa que estava à espera de outro desafio para o internacional belga.

"Se continuar a evoluir como até agora, e face também ao interesse de outros clubes, que desde a minha altura também já se falava, ficará pouco tempo em Portugal e no Benfica.


Fonte: DN

Witsel já custa 7 milhões ás águias

O Benfica vai pagar mais 500 mil euros ao Standard Liège por ter assegurado a presença na fase de grupos da Liga dos Campeões. O acordo de venda de Axel Witsel aos encarnados prevê objetivos europeus, que podem ascender a um milhão de euros nos dois primeiros anos de contrato.

O médio, que assinou até 2016, chegou à Luz por 6,5 milhões de euros, mas na totalidade pode custar 7, 5 milhões de euros aos cofres encarnados. A juntar aos 500 mil euros que a SAD benfiquista vai pagar agora, depois da equipa ter ultrapassado a 3.ª pré-eliminatória e o playoff, o Standard pode ainda arrecadar a mesma verba na próxima época, caso a formação lisboeta volte a marcar presença na fase de grupos da mais importante prova de clubes da UEFA.


Fonte: Record